Apple planeja lançar sistema de casa inteligente.

Luzes, climatização e eletrodomésticos da casa poderiam ser controlados por um iPhone ou iPad. A Apple está preparando um novo software que transformaria o iPhone em um controle remoto para luzes, sistemas de segurança e eletrodomésticos da casa, de acordo com o Financial Times. Segundo fontes familiares com o assunto ouvidas pela publicação, a empresa de Cupertino vai anunciar a novidade em sua conferência para desenvolvedores, a Worldwide Developers Conference, que acontece de 2 a 6 de junho na Califórnia (EUA).

Uma tecnologia para celulares e tablets que controlaria sistemas de iluminação, segurança, eletrodomésticos, entre outros, já foi registrada no escritório de patentes americano pela Apple em novembro do ano passado. A novidade reforçaria a tendência da internet das coisas, na qual diversos dispositivos, desde carros a geladeiras, estarão conectados.

A empresa está conversando com um grupo de fabricantes de dispositivos inteligentes para casa, que seriam certificados pela Apple para serem vendidos em suas lojas.

Ela também deverá focar nos recursos de proteção à privacidade do sistema, principalmente com as denúncias de que empresas de tecnologia estavam colaborando com as espionagens da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA). Neste ponto da privacidade, a companhia deve reforçar a segurança dos seus produtos em relação ao seu rival Google, que anunciou recentemente que poderia vender anúncios e outros conteúdos em geladeiras, painéis de carro, termostatos, óculos e relógios inteligentes.

A iniciativa da Apple segue a concorrência: o Google comprou a Nest, fabricante de termostatos conectados à web, por US$ 3,2 bilhões em janeiro deste ano, enquanto a Samsung lançou uma linha de geladeiras, máquinas de lavar e TVs que pode ser controlada por smartphones e smart watches.

Google alerta que Glass não deve ser usado por muito tempo.

A Google alertou os usuários do óculos Glass, que o dispositivo não deve ser usado por longos períodos de tempo. A empresa alega que o aparelho pode cansar a vista com prejuízo à saúde dos usuários.

E aumentou a tensão entre Estados Unidos e China depois que Washington acusou formalmente cinco oficiais do Exército chinês de ciberespionagem econômica – algo que Pequim nega. Os EUA alegam que os chineses roubaram segredos comerciais e documentos internos de cinco empresas americanas e de um sindicato. Os indiciamentos compõem a primeira acusação criminal por hacking contra autoridades estrangeiras nos Estados Unidos.

Outros destaques do boletim BBC Click desta semana são a recusa chinesa em adotar o Windows 8, da Microsoft e a invasão da base de dados do eBay.

Número de conexões em banda larga cresceu 51% em 12 meses.

O Brasil registrou em abril 150 milhões de acessos à internet em banda larga, o que representa um crescimento de 51% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), 51 milhões de novos acessos foram ativados nos últimos 12 meses.

As conexões em banda larga móvel, incluindo as redes de 3G e 4G, somaram 127,2 milhões em abril, com 63% de aumento na comparação com o mesmo mês em 2013. Desse total, 111,5 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,7 milhões são terminais de dados.

A banda larga pela tecnologia 4G conta com 2,5 milhões de acessos.

Na banda larga fixa, os acessos somaram 23,1 milhões no último mês, com crescimento de 10% quando comparado ao mesmo período em 2013. Segundo a Telebrasil, a número de acessos em banda larga fixa significa que 39% dos domicílios brasileiros urbanos têm internet de alta velocidade.

A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros. As redes 3G estão instaladas em 3.658 municípios, onde moram 91% dos brasileiros. O 4G está instalado em 106 cidades, que concentram 37% da população brasileira.

A meta das operadoras, segundo o edital de licitação da tecnologia, é atender com 4G as 45 cidades do país com mais de 500 mil habitantes.

“Facebook político” conecta candidatos a eleitores na Europa.

Os políticos podem responder por vídeo e interagir diretamente com seus constituintes, explicou Tudor Mihailescu, diretor do GovFaces.

O GovFaces funciona nos mesmos moldes da rede social de Mark Zuckerberg, permitindo a políticos dialogar com potenciais eleitores

De olho nas redes sociais, candidatos ao Parlamento europeu incorporaram uma nova ferramenta para conquistar eleitores: o GovFaces, uma espécie de ‘Facebook’ dedicado exclusivamente a assuntos políticos. Lançado em março deste ano em Genebra, na Suíça, o site contava, até semana passada, com perfis de 35 candidatos, de 12 países diferentes.

O GovFaces funciona nos mesmos moldes da rede social de Mark Zuckerberg, permitindo a políticos dialogar com potenciais eleitores, além de manter perfis com vídeos, tuítes e notícias em suas páginas pessoais.

Na página, os usuários podem fazer perguntas, comentários públicos ou enviar mensagens privadas aos candidatos. Os temas variam desde direito do consumidor à atual participação da União Europeia na crise entre Ucrânia e Rússia.

“Há uma imensa diferença entre a língua usada nas negociações da ONU, por exemplo, e a que eu uso para conversar sobre política com meus pais durante o almoço. E isso acontece em todos os países do mundo. Queremos mudar esse cenário”, afirmou à BBC Brasil Jon Mark Walls, CEO do GovFaces.

Também é possível avaliar o desempenho do político, dando notas de 1 a 5 sobre temas como Educação e Saúde. Os assuntos mais votados por outros eleitores ganham destaque no site.

Atualmente, a plataforma conta com cerca de 1 mil cidadãos europeus registrados e conectados. Segundo Walls, Facebook e Twitter disseminam conteúdo em massa sem promover real interação entre candidatos e eleitores.

“Os políticos podem responder por vídeo e interagir diretamente com seus constituintes. O impacto é enorme porque, para o eleitor, pode ser emocionante ver um parlamentar responder a uma pergunta sua, chamando-o pelo nome”, explicou Tudor Mihailescu, diretor do GovFaces.

Além disso, apenas 13% dos eleitores afirmaram encontrar nessas redes sociais informação suficiente sobre as plataformas políticas de seus candidatos.

Os dados ganham contornos alarmantes diante do fato de que 90% dos parlamentares europeus possuem perfil em mídias sociais, quase três vezes mais do que em 2009, segundo estimativas oficiais da União Europeia em Bruxelas.

Enquanto isso, cerca de 50% dos jovens entre 16 e 25 anos de idade no Reino Unido gostariam de ver mais informações sobre política nas redes sociais, de acordo com pesquisa divulgada em maio pela ONG britânica Swing the Vote.

“Acho que tem bastante informação nas redes sociais sobre os candidatos ao Parlamento Europeu, mas é a mesma coisa que um outdoor na rua. Você olha e passa reto, não há diálogo nenhum”, disse Emily Keys, 24, estudante de Direito em Londres.

Em entrevista nesta semana ao jornal britânico The Independent, a chefe do departamento de alcance político do Facebook, Katie Harbarth informou que, em 2013, eleições foram o segundo assunto mais comentado na rede social. Em primeiro lugar, apareceram os posts sobre a nomeação do papa Francisco. Diariamente, 26 milhões de pessoas acessam o Facebook no Reino Unido.

Um estudo publicado pela revista Nature, em 2012, também sugeriu que a influência das redes sociais pode ser a melhor maneira de aumentar a participação nas urnas. Segundo a pesquisa, em 2010, o Facebook criou um botão especial para as eleições nos Estados Unidos com a mensagem “I voted” (“Eu votei”, em tradução livre), que teria encorajado mais de 300 mil eleitores a votarem.

Nas eleições parlamentares europeias deste ano, a estimativa é de que 27% dos eleitores de primeira viagem não participem das votações.

WhatsApp é usado por 19% da população mundial.

O Whatsapp, que recentemente foi comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões, registrou um aumento de 30% no número de usuários nos últimos seis meses

O aplicativo de mensagem instantânea é usado por cerca de 19% da população mundial conectada à Internet, informou nesta sexta-feira a empresa de pesquisa de mercado GlobalWebIndex que realizou um estudo sobre o tema. As informações são da agência Ansa.

O aplicativo, que recentemente foi comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões, registrou um aumento de 30% no número de usuários nos últimos seis meses. Os maiores usuários são os países asiáticos, seguidos pela África do Sul. Já a Europa tem apenas um país na classificação dos dez primeiros que é a Espanha.

O Whatsapp, que em breve deverá oferecer o serviço de ligações pela Internet, tem o maior número de usuários na população on-line de Hong Kong, seguida pela África do Sul, Malásia, Cingapura, México e Espanha.

Segundo os últimos dados oferecidos pela própria companhia, o aplicativo tem 500 milhões de usuários ativos por mês em todo o mundo. A maior parte dos usuários se concentra nos países emergentes ou naqueles onde a Internet “móvel” está em crescimento.

HP deve cortar até 16 mil empregos após resultados fracos.

ewlett-Packard (HP) planeja cortar até 16 mil empregos em mais uma iniciativa da presidente-executiva Meg Whitman de retomar a fabricante de computadores pessoais e aliviar as pressões sobre suas margens.

Nesta quinta-feira, a empresa publicou queda de 1% nas receitas trimestrais, enquanto enfrenta dificuldades para manter as margens num declinante mercado de computadores pessoais. Essa foi a décima primeira queda consecutiva das vendas.

A HP possui mais de 250 mil funcionários globalmente e planejava cortar 34 mil empregos como parte de sua revisão corporativa. Na última quinta-feira, os números foram revisados e estimou de 11 mil a 16 mil cortes adicionais, espalhados em diferentes países e áreas de negócios.

Whitman disse que a HP continua a encontrar áreas para dinamizar no portfolio da empresa, que envolve computação, redes, armazenamento e software. Mas os cargos de pesquisa, que são vitais para a inovação e crescimento de longo prazo, continuarão a crescer. A HP pretende cortar mais em “áreas não centrais para a agenda de inovação e de trato com o cliente”, disse Whitman em entrevista, mais do que em áreas de pesquisa.

A companhia do Vale do Silício vem tentando reduzir a dependência dos PCs e se mover para equipamentos computacionais e de rede para empresas, como parte dos esforços de Whitman de reduzir a queda nas receitas e fazer a maior fabricante de computadores pessoais a voltar a crescer.

A HP teve vendas de US$ 27,3 bilhões no segundo trimestre fiscal encerrado em 30 de abril, levemente abaixo dos US$ 27,4 bilhões previstos por Wall Street.

A empresa teve vendas de US$ 27,3 bilhões no segundo trimestre fiscal encerrado em 30 de abril.

Aplicativo de fofocas e segredos, Secret é lançado no Brasil.

O aplicativo Secret lançou a sua versão em português nas lojas brasileiras do Google Play e da App Store na última quinta-feira. O app ficou famoso nos Estados Unidos por funcionar como uma rede social anônima, com os usuários postando confissões e compartilhando segredos com amigos – isto sem descobrir quem o está revelando.

Criado por David Byttow e Chrys Bader, o Secret funciona ao criar uma rede de usuários, por meio dos contatos do celular. A empresa garante que os dados são criptografados de modo que a pessoa a revelar o segredo não seja descoberta.

A ferramenta foi criada em agosto de 2013, logo após a saída de Byttow do Google, e permitia apenas que os usuários postassem mensagens anônimas autodestruitivas via SMS ou e-mail. Contudo, a necessidade dos usuários verem as informações diariamente mudou o curso do app que alcançou a segunda posição entre os mais baixados na App Store.

Entre os investidores do Secret estão o ator Ashton Kutcher; o ex-jogador de futebol americano, Joe Montana; o fundador do site Mashable, Pete Cashmore; e as empresa Google Ventures, Kleiner Perkins, Caufield Byers e Fuel Capital.

A ferramenta funciona com os posts das pessoas aparecendo como anônimo.

Facebook vai reconhecer música e show de TV automaticamente.

O Facebook anunciou nesta quarta-feira um novo recurso para seu aplicativo móvel, que reconhece uma música ou programa de TV automaticamente para atualizar o status do usuário. Por enquanto, o recurso estará disponível nos apps de Android e iOS somente nos Estados Unidos nas próximas semanas.

Ao compartilhar uma atualização de status, o usuário terá a opção de usar o microfone do celular para identificar qual música está tocando ou qual programa está passando na televisão. Depois disso, basta publicar na linha do tempo o status “assistindo a Game of Thrones” ou “ouvindo Katy Perry”, sem precisar digitar.

Se o post for sobre uma música, os amigos poderão ouvir 30 segundos da faixa. No caso de programas de TV, o status vai destacar a temporada específica e o episódio que o usuário está assistindo.

Será possível desligar o recurso e escolher com quem o status será compartilhado. Ao ser ligado, um ícone de áudio vai aparecer na tela quando a pessoa estiver escrevendo um status. Se a função encontrar uma correspondência, o usuário poderá escolher uma música, filme ou programa para adicionar ao status.

Segundo o Business Insider, o Facebook fez parcerias com empresas de streaming de música como Spotify, Rdio e Deezer para desenvolver um banco de dados de milhões de músicas que podem ser identificadas pelo recurso em alguns segundos.

Sony não pensa em vender ou sair do negócio de TV, diz CEO.

A Sony não está pensando em vender ou sair do negócio de fabricação de TVs, no qual acumulou perdas anuais na última década, embora não descarte uma parceria, disse o presidente-executivo da companhia nesta quinta-feira.

Segundo Kazuo Hirai, a empresa não estava operando sob a suposição de que iria forjar uma aliança de capital para sua divisão de TV, que será transformada em uma entidade separada no verão do hemisfério norte para aumentar a transparência.

O vice-presidente financeiro da Sony, Kenichiro Yoshida, também disse que a companhia não planeja mudar a estrutura da sua divisão de eletrônicos, com foco em três principais negócios que envolvem dispositivos móveis, de imagens e jogos durante o próximo ano fiscal e além.

Segundo Kazuo Hirai, a empresa não estava operando sob a suposição de que iria forjar uma aliança de capital para sua divisão de TV.

Google passa Apple e se torna marca mais valiosa do mundo.

O Google ultrapassou a Apple e tornou-se a marca mais rica do mundo, segundo o ranking das 100 marcas mais valiosas do mundo desenvolvido pela consultoria Millward Brown Optimor. A companhia de Sergey Brin e Larry Page foi avaliada em US$ 159 bilhões, um aumento de 40% quando comparado ao índice no ano anterior.

Líder do ranking nos últimos três anos, a Apple caiu para a segunda na edição 2014 da lista e sua marca possui um valor de mercado 20% menor em relação a 2013, US$ 148 bilhões. Segundo a consultoria, a empresa fundada por Steve Jobs não está definindo mais tendências de tecnologia para os consumidores, e cita como exemplo a falta de novos lançamentos. Ainda de acordo com Nick Cooper, diretor de gestão da Millward Brown Optimor, o lado inovador do Google também pesou para a companhia assumir a liderança do ranking.

“O Google foi muito inovador no último ano com o Google Glass, investimentos em inteligência artificial e parcerias múltiplas que permitem ao sistema operacional Android ser adicionado em outros produtos, como os carros”, explica o executivo. “Todas essas atividades enviam um forte aviso para os consumidores sobre o que o Google é e tem coincidido com uma redução da Apple”.

A cadeia de restaurantes fast-food, McDonalds, fecha a lista dos cinco primeiros com uma queda de 5% no seu valor de marca em relação ao ano passado, com US$ 86 bilhões.

<strong>Desenvolvimento</strong>
A pesquisa da Millward Brown Optimor feita em parceria com a WPP não avalia dimensão financeira das empresas e seus produtos, mas a opinião do consumidor e sua forma de relacionamento com as marcas.

O valor total das 100 marcas mais valiosas na análise chega a US$ 2,9 trilhões. Isso representa um aumento de 49% quando comparado com 2008, quando a crise financeira atingiu bancos e moedas no mundo todo.