Microsoft avança em tradução em tempo real para o Skype.

A Microsoft anunciou o que classifica de enorme avanço em matéria de tradução simultânea e disse que oferecerá uma versão de testes através do Skype, sua unidade de mensagens, até o fim de 2014. Com a novidade, chamadas de vídeo pela aplicação entre pessoas que falam diferentes idiomas poderiam ter uma tradução simultânea de texto.

O gigante tecnológico americano exibiu seu novo Skype Translator no evento Code Conference, realizado na Califórnia, afirmando que torna realidade a visão do “tradutor universal” da saga de ficção-científica Star Trek.

“A visão de Star Trek sobre um tradutor universal não está a uma galáxia de distância e seu potencial é tão excitante quanto os exemplos de Star Trek”, afirma em seu blog Gurdeen Pall, vice-presidente do Skype e Lync da Microsoft.

O produto, resultado de anos de pesquisas na Microsoft, estará disponível como aplicativo no Windows 8 antes do fim do ano, disse Pall.

Na conferência da Califórnia, a equipe fez uma demonstração de tradução quase simultânea entre inglês e alemão.

Tecnologia 3G cobrirá todo o País só em 2019, diz ministro.

O ministro das Comunicações afirmou na última terça-feira que o Brasil estará totalmente coberto pelo 3G apenas em 2019. Paulo Bernardo disse que as obrigações da cobertura impostas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) são gradativas, aponta o jornal O Estado de S.Paulo.

“É razoável que as empresas façam investimentos dos grandes centros para os pequenos centros”, disse o ministro em audiência no Senado. Ele ainda mostrou dados que mostram o crescimento do 3G no País e índice de reclamações em lugares onde ainda não há oferta do sistema.

Bernardo ressaltou que o preço médio do minuto de ligação na telefonia móvel tem caído nos últimos anos e que a Anatel seguirá multando as empresas que não cumprirem as regras de qualidade do órgão. O ministro ainda lembrou que há um grande “gargalo” nas redes de transporte e acesso de fibras ópticas integrando as regiões, com 47% das cidades brasileiras sem este tipo de conexão.

“É razoável que as empresas façam investimentos dos grandes centros para os pequenos centros.” disse Paulo Bernardo

Aplicativo de caronas pode ser avaliado em US$ 17 bilhões.

O aplicativo de caronas Uber passou por uma rodada de investimentos na semana passada e diversos investidores ofereceram valores próximos e até acima de US$ 17 bilhões, segundo informou o Wall Street Journal.

Para se ter uma ideia, a Airbnb e o Dropbox valem US$ 10 bilhões cada um e outros aplicativos populares não chegam nem perto dessa quantia, como Spotify (US$ 4 bilhões) e o snapchat (US$ 2 bilhões). Vale lembrar também que a avaliação do Uber quase alcança o valor de US$ 19 bilhões que o Facebook pagou pelo WhatsApp.

Entre as companhias investidoras, algumas interessadas são a General Atlantic, BlackRock e a Technology Crossover Ventures. No entanto, fontes ouvidas pelo jornal afirmam que a General Atlantic desistiu do investimento após considerar um acordo em US$ 14 bilhões. Ainda não há certeza da confirmação do negócio e por qual valor foi negociado.

O Uber está presente principalmente nos Estados Unidos e deve chegar no Brasil em breve. A cidade do Rio de Janeiro já consta no site do aplicativo. Uma carona da área central da capital até o aeroporto Santos Dumont, por exemplo, sai por R$ 65, enquanto do centro até o aeroporto Galeão custa R$ 120.

Aplicativo argentino transforma celular em aparelho auditivo.

Um grupo de estudantes de engenharia de Jujuy, extremo norte da Argentina, criou o aplicativo uSound, capaz de transformar o celular em um poderoso aparelho auditivo de baixo custo para pessoas com problemas de audição. Uma opção do app já está disponível para usuários do sistema Android.

A invenção tomou forma na Universidade Católica de Santiago del Estero, em sua sede de San Salvador de Jujuy, 1.500 km ao norte de Buenos Aires.

“Só uma em cada 40 pessoas tem acesso ao equipamento médico necessário hipoacústicas (nr: com perda auditiva) tempara mitigar seus problemas” auditivos, explicou à AFP Ezequiel Escobar, de 28 anos, um dos fundadores do uSound, o equipamento que deu origem ao aplicativo homônimo.

Ao preço de US$ 30 por ano, Escobar e outros cinco estudantes – a maioria alunos de engenharia de sistemas e todos com idades entre 20 e 28 anos – conseguiram com o uSound “emular as funções de um aparelho auditivo que custa entre US$ 500 e US$ 2.000 dólares com um smartphone e fones Bluetooth ou cabo”, contou.

Com o uSound, os jovens participaram da competição internacional Cup da Microsoft e foram selecionados, após o que a inovação foi difundida na mídia local argentina. Atualmente, pode-se baixar o programa gratuitamente e o interessado pode conseguir uma licença sem ter que pagar nada por 30 dias para testar o serviço com todas as suas funções.

O custo do aplicativo é de US$ 2,5 mensais ou US$ 30 dólares anuais e está disponível na loja de aplicativos do Google, a Google Play.

<strong>Inspiração e próximos passos</strong>
A inspiração para a invenção, contou Escobar, foi um colega de faculdade que acabou abandonando a carreira porque não ouvia bem, e quando não conseguia um lugar perto do professor, perdia a aula.

“Com o uSound, por exemplo, uma pessoa hipoacústica pode colocar o celular na mesa do professor e, não importa a que distância esteja, usando fones Bluetooth, pode ouvir perfeitamente”, explicou o jovem empreendedor. Escobar explicou que durante o período de testes, houve mais de 3.000 downloads de Argentina, Brasil, Espanha e Estados Unidos, entre outros países.

O aplicativo também oferece a possibilidade de realizar, preventivamente, uma audiometria com o celular. Depois de realizá-la, o usuário entra no aplicativo e o programa altera automaticamente o nível de audição necessária para o usuário.

O grupo já tem escritórios em Jujuy, capital da província homônima do estado do norte da Argentina, e em Santiago do Chile. Além disso, esperam abrir no começo de 2015 outros na Espanha, aliado à Telefónica, e nos Estados Unidos (Houston ou Vale do Silício).

Apple planeja lançar sistema de casa inteligente.

Luzes, climatização e eletrodomésticos da casa poderiam ser controlados por um iPhone ou iPad. A Apple está preparando um novo software que transformaria o iPhone em um controle remoto para luzes, sistemas de segurança e eletrodomésticos da casa, de acordo com o Financial Times. Segundo fontes familiares com o assunto ouvidas pela publicação, a empresa de Cupertino vai anunciar a novidade em sua conferência para desenvolvedores, a Worldwide Developers Conference, que acontece de 2 a 6 de junho na Califórnia (EUA).

Uma tecnologia para celulares e tablets que controlaria sistemas de iluminação, segurança, eletrodomésticos, entre outros, já foi registrada no escritório de patentes americano pela Apple em novembro do ano passado. A novidade reforçaria a tendência da internet das coisas, na qual diversos dispositivos, desde carros a geladeiras, estarão conectados.

A empresa está conversando com um grupo de fabricantes de dispositivos inteligentes para casa, que seriam certificados pela Apple para serem vendidos em suas lojas.

Ela também deverá focar nos recursos de proteção à privacidade do sistema, principalmente com as denúncias de que empresas de tecnologia estavam colaborando com as espionagens da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA). Neste ponto da privacidade, a companhia deve reforçar a segurança dos seus produtos em relação ao seu rival Google, que anunciou recentemente que poderia vender anúncios e outros conteúdos em geladeiras, painéis de carro, termostatos, óculos e relógios inteligentes.

A iniciativa da Apple segue a concorrência: o Google comprou a Nest, fabricante de termostatos conectados à web, por US$ 3,2 bilhões em janeiro deste ano, enquanto a Samsung lançou uma linha de geladeiras, máquinas de lavar e TVs que pode ser controlada por smartphones e smart watches.

Google alerta que Glass não deve ser usado por muito tempo.

A Google alertou os usuários do óculos Glass, que o dispositivo não deve ser usado por longos períodos de tempo. A empresa alega que o aparelho pode cansar a vista com prejuízo à saúde dos usuários.

E aumentou a tensão entre Estados Unidos e China depois que Washington acusou formalmente cinco oficiais do Exército chinês de ciberespionagem econômica – algo que Pequim nega. Os EUA alegam que os chineses roubaram segredos comerciais e documentos internos de cinco empresas americanas e de um sindicato. Os indiciamentos compõem a primeira acusação criminal por hacking contra autoridades estrangeiras nos Estados Unidos.

Outros destaques do boletim BBC Click desta semana são a recusa chinesa em adotar o Windows 8, da Microsoft e a invasão da base de dados do eBay.

Número de conexões em banda larga cresceu 51% em 12 meses.

O Brasil registrou em abril 150 milhões de acessos à internet em banda larga, o que representa um crescimento de 51% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), 51 milhões de novos acessos foram ativados nos últimos 12 meses.

As conexões em banda larga móvel, incluindo as redes de 3G e 4G, somaram 127,2 milhões em abril, com 63% de aumento na comparação com o mesmo mês em 2013. Desse total, 111,5 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,7 milhões são terminais de dados.

A banda larga pela tecnologia 4G conta com 2,5 milhões de acessos.

Na banda larga fixa, os acessos somaram 23,1 milhões no último mês, com crescimento de 10% quando comparado ao mesmo período em 2013. Segundo a Telebrasil, a número de acessos em banda larga fixa significa que 39% dos domicílios brasileiros urbanos têm internet de alta velocidade.

A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros. As redes 3G estão instaladas em 3.658 municípios, onde moram 91% dos brasileiros. O 4G está instalado em 106 cidades, que concentram 37% da população brasileira.

A meta das operadoras, segundo o edital de licitação da tecnologia, é atender com 4G as 45 cidades do país com mais de 500 mil habitantes.

“Facebook político” conecta candidatos a eleitores na Europa.

Os políticos podem responder por vídeo e interagir diretamente com seus constituintes, explicou Tudor Mihailescu, diretor do GovFaces.

O GovFaces funciona nos mesmos moldes da rede social de Mark Zuckerberg, permitindo a políticos dialogar com potenciais eleitores

De olho nas redes sociais, candidatos ao Parlamento europeu incorporaram uma nova ferramenta para conquistar eleitores: o GovFaces, uma espécie de ‘Facebook’ dedicado exclusivamente a assuntos políticos. Lançado em março deste ano em Genebra, na Suíça, o site contava, até semana passada, com perfis de 35 candidatos, de 12 países diferentes.

O GovFaces funciona nos mesmos moldes da rede social de Mark Zuckerberg, permitindo a políticos dialogar com potenciais eleitores, além de manter perfis com vídeos, tuítes e notícias em suas páginas pessoais.

Na página, os usuários podem fazer perguntas, comentários públicos ou enviar mensagens privadas aos candidatos. Os temas variam desde direito do consumidor à atual participação da União Europeia na crise entre Ucrânia e Rússia.

“Há uma imensa diferença entre a língua usada nas negociações da ONU, por exemplo, e a que eu uso para conversar sobre política com meus pais durante o almoço. E isso acontece em todos os países do mundo. Queremos mudar esse cenário”, afirmou à BBC Brasil Jon Mark Walls, CEO do GovFaces.

Também é possível avaliar o desempenho do político, dando notas de 1 a 5 sobre temas como Educação e Saúde. Os assuntos mais votados por outros eleitores ganham destaque no site.

Atualmente, a plataforma conta com cerca de 1 mil cidadãos europeus registrados e conectados. Segundo Walls, Facebook e Twitter disseminam conteúdo em massa sem promover real interação entre candidatos e eleitores.

“Os políticos podem responder por vídeo e interagir diretamente com seus constituintes. O impacto é enorme porque, para o eleitor, pode ser emocionante ver um parlamentar responder a uma pergunta sua, chamando-o pelo nome”, explicou Tudor Mihailescu, diretor do GovFaces.

Além disso, apenas 13% dos eleitores afirmaram encontrar nessas redes sociais informação suficiente sobre as plataformas políticas de seus candidatos.

Os dados ganham contornos alarmantes diante do fato de que 90% dos parlamentares europeus possuem perfil em mídias sociais, quase três vezes mais do que em 2009, segundo estimativas oficiais da União Europeia em Bruxelas.

Enquanto isso, cerca de 50% dos jovens entre 16 e 25 anos de idade no Reino Unido gostariam de ver mais informações sobre política nas redes sociais, de acordo com pesquisa divulgada em maio pela ONG britânica Swing the Vote.

“Acho que tem bastante informação nas redes sociais sobre os candidatos ao Parlamento Europeu, mas é a mesma coisa que um outdoor na rua. Você olha e passa reto, não há diálogo nenhum”, disse Emily Keys, 24, estudante de Direito em Londres.

Em entrevista nesta semana ao jornal britânico The Independent, a chefe do departamento de alcance político do Facebook, Katie Harbarth informou que, em 2013, eleições foram o segundo assunto mais comentado na rede social. Em primeiro lugar, apareceram os posts sobre a nomeação do papa Francisco. Diariamente, 26 milhões de pessoas acessam o Facebook no Reino Unido.

Um estudo publicado pela revista Nature, em 2012, também sugeriu que a influência das redes sociais pode ser a melhor maneira de aumentar a participação nas urnas. Segundo a pesquisa, em 2010, o Facebook criou um botão especial para as eleições nos Estados Unidos com a mensagem “I voted” (“Eu votei”, em tradução livre), que teria encorajado mais de 300 mil eleitores a votarem.

Nas eleições parlamentares europeias deste ano, a estimativa é de que 27% dos eleitores de primeira viagem não participem das votações.

WhatsApp é usado por 19% da população mundial.

O Whatsapp, que recentemente foi comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões, registrou um aumento de 30% no número de usuários nos últimos seis meses

O aplicativo de mensagem instantânea é usado por cerca de 19% da população mundial conectada à Internet, informou nesta sexta-feira a empresa de pesquisa de mercado GlobalWebIndex que realizou um estudo sobre o tema. As informações são da agência Ansa.

O aplicativo, que recentemente foi comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões, registrou um aumento de 30% no número de usuários nos últimos seis meses. Os maiores usuários são os países asiáticos, seguidos pela África do Sul. Já a Europa tem apenas um país na classificação dos dez primeiros que é a Espanha.

O Whatsapp, que em breve deverá oferecer o serviço de ligações pela Internet, tem o maior número de usuários na população on-line de Hong Kong, seguida pela África do Sul, Malásia, Cingapura, México e Espanha.

Segundo os últimos dados oferecidos pela própria companhia, o aplicativo tem 500 milhões de usuários ativos por mês em todo o mundo. A maior parte dos usuários se concentra nos países emergentes ou naqueles onde a Internet “móvel” está em crescimento.

HP deve cortar até 16 mil empregos após resultados fracos.

ewlett-Packard (HP) planeja cortar até 16 mil empregos em mais uma iniciativa da presidente-executiva Meg Whitman de retomar a fabricante de computadores pessoais e aliviar as pressões sobre suas margens.

Nesta quinta-feira, a empresa publicou queda de 1% nas receitas trimestrais, enquanto enfrenta dificuldades para manter as margens num declinante mercado de computadores pessoais. Essa foi a décima primeira queda consecutiva das vendas.

A HP possui mais de 250 mil funcionários globalmente e planejava cortar 34 mil empregos como parte de sua revisão corporativa. Na última quinta-feira, os números foram revisados e estimou de 11 mil a 16 mil cortes adicionais, espalhados em diferentes países e áreas de negócios.

Whitman disse que a HP continua a encontrar áreas para dinamizar no portfolio da empresa, que envolve computação, redes, armazenamento e software. Mas os cargos de pesquisa, que são vitais para a inovação e crescimento de longo prazo, continuarão a crescer. A HP pretende cortar mais em “áreas não centrais para a agenda de inovação e de trato com o cliente”, disse Whitman em entrevista, mais do que em áreas de pesquisa.

A companhia do Vale do Silício vem tentando reduzir a dependência dos PCs e se mover para equipamentos computacionais e de rede para empresas, como parte dos esforços de Whitman de reduzir a queda nas receitas e fazer a maior fabricante de computadores pessoais a voltar a crescer.

A HP teve vendas de US$ 27,3 bilhões no segundo trimestre fiscal encerrado em 30 de abril, levemente abaixo dos US$ 27,4 bilhões previstos por Wall Street.

A empresa teve vendas de US$ 27,3 bilhões no segundo trimestre fiscal encerrado em 30 de abril.